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Comprar Casa

Postado por casas em 28 Maio, 2014
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Portugal e a Turquia fazem parte do projeto europeu GReSBAS, cujo o objectivo passa por aumentar a eficiência energética dos edifícios envolvendo os consumidores.

Envolvidos no projectos estão o INESC TEC (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência), em Portugal, o ITU (Istanbul Technical University) (ITU) e MAKEL, na Turquia – são estas as três entidades que fazem parte do projecto europeu GReSBAS.

“Ainda há muitas pessoas que não têm nocção que já ultrapassamos a bio capacidade do Planeta Terra. Por exemplo, a pegada ecológica de Portugal está em 9º lugar entre os países mediterrânicos e há uma série de comportamentos tão simples de alterar e que, todos juntos, contribuem de forma significativa para atingirmos uma maior sustentabilidade ambiental”, explica Joel Soares, investigador do Centro de Sistemas de Energia do INESC TEC.

Desligar os equipamentos eletrónicos quando já não os vamos usar mais em vez de os deixarmos ficar em stand by, ir de escadas em vez de elevador quando as distâncias são curtas, abrir as janelas em vez de ligar o ar condicionado, não deixar as luzes acesas quando se é a última pessoa a abandonar um local – são apenas alguns exemplos de comportamentos que ajudam a promover um consumo sustentável e, por isso, energeticamente mais eficiente.  

Desde 1 de dezembro de 2013 que a certificação energética de edifícios é obrigatória sempre que um imóvel é anunciado, mesmo sem se saber se o negócio – de compra ou arrendamento – vai ser concretizado. Dados da ADENE – Agência para a Energia divulgados indicam que a maioria (32,2%) é relativa à classe de eficiência energética C, a quinta numa escala de oito.

A classe de eficiência energética média em Portugal é a C, abaixo daquilo que hoje é exigido aos edifícios novos, que é um B- [a quarta da escala]. Há, portanto, um grande potencial de melhoria”, revela fonte, da Direção de Auditoria de Edifícios da ADENE.

A segunda classe de eficiência energética mais comum no país é a D (26,6%), logo seguida da E (14,1%) e da B- (9,9%). Em último lugar encontra-se a A+ (0,9%), a primeira do ranking e, por isso, a relativa às casas com melhor eficiência energética. Sublinhe-se, ainda, que 5,8% dos imóveis certificados têm classe F, a última (e menos eficiente) da escala.   

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